quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Dani

Foi o melhor extremo português a seguir a Futre. Só por falta de dedicação não foi um Figo. Genial.

Leal

Prometia ser o novo Rui Costa mas saiu demasiado cedo do Benfica e perdeu-se. No Atlético Madrid e no PSG foi bom mas nunca o que podia ter sido. Ainda joga, mas há vários anos que está em equipas de segunda linha.

Celades

Albert Celades tinha tudo para ser um oito de classe mundial. Formado nas escolas do Barça conviveu com os melhores. Apesar disso, andou de clube em clube (Zaragoza, Real Madrid ou Bordeús), mostrando génio, de quando em vez.

Campo

Com barba e cabelo comprido, Iván Campo só encontrou o seu futebol em Inglaterra onde jogou no Bolton de 2002 a 2008 e no Ispiwich onde jogou uma época. Aquele futebol mais duro fez esquecer os anos como patinho feio no Real Madrid onde esteve quatro anos. Fica a imagem dessa garra.

Flávio Conceição

Flávio Conceição, médio internacional brasileiro, era um jogador duro e dono de um grande pontapé. Sempre o desejei no meu Sporting. Saltou do Palmeiras para Espanha onde teve sete anos de ouro. Quatro no Corunha e três no Real Madrid. Passou ainda pelo Dortmund, Galatasary e Panathinakos.

Gallardo

Como Ortega, Aimar, D´Alessandro ou tantos outros, Marcelo Gallardo, foi apelidado de novo Maradona assim que apareceu. Jogou no River Plate desde adolescente e, já com a participação no Mundial 98 no currículo, mudou-se para a Europa. Encantou no Monaco durante quatro anos mas nunca se mostrou o génio que  e regressou ao River pela primeira vez. Ainda tentou a sorte de novo em França, no PSG, mas regressaria ao River após um ano nos EUA. Terminou a carreira no Uruguai. Fez quase 200 jogos pelo River e 44 pela Argentina.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Montero

Internacional uruguaio de grande qualidade, brilhou no centro da defesa da Juventus, onde jogou nove anos.

Vierchowod

Pietro Vierchowod, deixou o futebol aos 41 anos, deixandro para trás uma grande carreira como defesa central. Foi na Sampdória (12 épocas) que mais se destacou mas passou, ainda, por Como, Fiorentina, Roma, Juventus, Milan e Piacenza. Na Série A, apenas Paolo Maldini, Pagliuca e Zoff têm mai jogos do que ele.

Cauet

Era um médio perfeito para a liga italiana. O francês Cauet era um trinco de grande qualidade. Esteve quatro anos no Inter. Passou, ainda, por clubes como PSG ou Marselha.

Corentin Martins

Fazia parte daquele grande Deportivo de la Corunha que tinha Bebeto e foi sempre um jogador acima da média. Médio ofensivo de origem portuguesa, Corentin passou ainda por Auxerre, Bordeús ou Estrasburgo.

Van Nistelrooy

Foi um dos avançados mais mortais dos últimos 30 anos no futebol europeu. Aos 36 anos, Ruud é reformado há poucos meses e deixa para trás uma carreira cheia de golos. Depois de alinhar por clubes holandeses de segunda linha, chegou ao PSV onde deslumbrou com 75 golos em menos de cem jogos. Encantou Alex Fergunson que o levou para Old Trafford. Em cinco anos, marcou 150 golos e tornou-se o herói. Só não resistiu ao apelo do Real Madrid. Jogou três anos e meio ao lado de Raúl, vencendo duas ligas e marcando 64 vezes. Seguiu-se o Hamburgo e o Málaga sem o mesmo brilho. Pela Holanda alinhou 70 vezes, marcando 35 vezes.

Nilis

Na atual seleção belga, tão cheia de qualidade, ficaria muito bem Luc Nilis, talentoso ponta-de-lança que brilhou no PSV. Nilis começou a dar nas vistas no Anderlecht onde marcou 127 golos em 224 jogos. Foi no PSV que mais se destacou marcando 110 vezes em 164 partidas. No PSV tornou-se uma estrela do futebol europeu, sendo estranho que não tenha saltado para uma equipa maior ou para uma liga mais competitiva. Em Eindhoven testemonhou de perto a ascensão de Ronaldo e Van Nistelrooy. Ainda tentou a Premier, pelo Aston Villa, mas não teve sucesso. Jogou mais de 50 partidas pela Bélgica.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Helveg

Ter sido contemporâneo de Cafú ter-lhe-há sido fatal. Thomas Helveg, grande lateral dinamarquês, foi sempre reconhecido como bom jogador mas creio que nunca lhe foi feita justiça. Helveg, que jogou quase até aos 40 anos, começou no Odense. Foi descoberto pela Udinese que o levou para o então melhor campeonato do mundo. Lá jogaria 4 anos antes de se mudar para o Milan onde jogou cinco épocas com a camisola 2. A chegada de Cafú fez com deixasse o Milan e jogasse um ano pelo Inter onde tinha a concorrência do mito Zanetti. Andou por Inglaterra e Alemanha, antes de regressar ao Odense onde voltou a ser uma estrela.

Chamot

Jose Antonio Chamot foi um jogador interessante e regular, ou seja, nunca foi fantástico. Ainda assim, lembro-lhe a garra própria dos argentinos. Destacou-se no Milan e Atlético de Madrid mas, jogou, ainda, no Pisa, Foggia, Lázio e Rosario Central onde começou e acabou a carreira.

Berger

Depois de Smicer e Poborsky, falo-vos de outro médio checo que brilhou em Inglaterra. Patrik Berger, talentoso médio ofensivo, jogou 12 anos na Premier, dividindo a sua estadia entre Liverpool (7 anos), Portsmouth (2 anos), Aston Villa (2 anos) e Stoke (1 ano). Foi no Liverpool que se notabilizou graças à sua classe natural e à atração por golos bonitos. Começara no Slávia e, antes de aterrar em Anfield, jogou no Dortmund. Acabou a carreira com duas épocas no Sparta.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ciriaco Sforza


O atual treinador do histórico Grasshoppers, Suíça, é um dos maiores nomes da história do futebol do seu país. Grande jogador do Kaiserlautern e do Bayern Munchen dos anos de 1990, era um médio incansável que aliava o espírito de entrega à leitura de jogo. Combativo e criativo, teve ainda uma passagem pelo Inter de Milão, tendo ficado para a histórica por ter feito parte da melhor seleção Suíça, a que alinhou no Mundial de 1994.

Poborsky

Entrou na vida de grande parte dos portugueses quando eliminou Portugal do Euro 1996. Era então um jovem que jogava no Slávia de Praga. A boa campanha checa, apenas parada na final, levou-o até Old Trafford. Foi sempre um suplente, mesmo marcando alguns golos, e aterrou na Luz no início de 98. Foram três anos e meio a espalhar magia nos relvados portugueses. Passou pela Lázio, com sucesso, antes de regressar a Praga.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Smicer

Vladimir Smicer não foi um génio mas foi sempre um médio muito interessante que brilhou em seis anos no Liverpool graças aos seus fantásticos pontapés. Após o Euro 96, trocou o Slávia pelo Lens de França onde seria campeão. Mas o salto na sua carreira deu-se quando se mudou para o Liverpool em 99. Esteve lá até 2005 e saiu com uma Liga dos Campeões ganha. Passou pelo Bordeus e acabou no seu Slávia.

Marco Aurélio

Com nome de imperador, o brasileiro, franzino e humilde, chegou a Alvalde em 1994 após quatro anos no União da Madeira e, durante quatro anos e meio foi um esteio da defesa. Seguiu carreira em Itália.

Aldair

A carreira de Aldair, central internacional brasileiro, foi quase toda passada na Roma, onde jogou de 1990 até 2003. Foi pois o patrão da defesa da equipa romana numa época em que os melhores dos melhores ainda lhe faziam frente. Teve duelos com génios como Baggio, Ravanelli ou Batistuta e ganhou várias vezes. Começou no Flamengo, nos anos 80 e chegou à Europa para jogar pelo Benfica, ondee ficou um ano, ao lado de Ricardo Gomes, Valdo ou Diamantino. Em 2003/2004 ainda jogou no Génova, acabando a carreira. Já quarentão, voltou ao jogo em San Marino. Hoje, aos 46 anos, olha para trás e vê um palmarés abrilhantado por um Campeonato do Mundo (1994).