sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Gary Lineker


Mais um grande goleador das décadas de 1980 e 1990. Gary Lineker é um dos maiores nomes do futebol inglês e um rei do fair-play: zero cartões em toda a carreira. Um dos primeiros ingleses a emigrar, tendo alinhado no Barcelona e no Nagoya Grampus Eight do Japão. Melhor marcador da mítica prova do México em 1986, Lineker é um dos avançados mais marcantes do seu tempo, com um faro de golo notável e capacidade de desmarcação e drible dentro da área.

|| J.

Andreas Möller


Um dos grandes génios do meio-campo europeu da década de 1990, campeão do mundo em 1990 e campeão europeu em 1996. Grande símbolo do Borussia Dortmund e da Juventus, Möller foi um dos mais geniais médios alemães de sempre, com um fino recorte técnico (atípico em alemães), com leitura de jogo e frieza, essas sim bem germânicas, o "Turbo" era um número 10 de luxo.

|| J.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sávio


Brasileiro de origem italiana, Sávio foi um dos símbolos máximos do Flamengo dos anos de 1990, e a razão de eu ser "rubro-negro". Depois de cinco épocas no Fla, rumou ao Real Madrid, onde esteve mais cinco épocas. Canhoto de grande drible, Sávio era um ala de refinada técnica mas fraca capacidade física. Depois de boas épocas pela liga espanhola, a partir de 2008 foi a queda do talentoso médio brasileiro.

|| J.

David Ginola


Continuando a rota francesa, é imprescindível falar em Ginola. Futebolista, modelo e ator, Ginola foi o Beckham do seu tempo, mas muito mais genial. Apesar de ter representado a França apenas 17 vezes, Ginola foi um dos maiores alas dos finais dos anos de 1980 e da década seguinte, marcando uma época do futebol inglês, coabitando com Giggs, Overmars e McManaman, outros alas de peso da altura.

|| J.

Djorkaeff



Youri Djorkaeff é mais um francês do mundo. O pai de origem russa disputou o Mundial de 1966 pela França, abrindo caminho para o seu filho. Foi um andarilho do futebol francês, atuando no Grenoble, Strasbourg, Monaco e PSG antes de rumar ao Inter de Milão, depois Kaiserlautern, Bolton, Blackburn e NY Metrostars (atualmente Red Bull New York). Apesar da boa carreira como jogador, a "serpente" teve o seu auge com a camisola "bleu" no Mundial de 1998 e no Euro de 2000. Médio rápido e com boa leitura de jogo, excelente na desmarcação e com faro do golo.

|| J.

N´Doram

Mais um avançado daqueles que gosto. Pujante e goleador, N´Doram, do Chade, brilhou no Nantes.

@ F.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Rufai

Peter Rufai era um príncipe nigeriano que brilhou como guarda-redes do Farense. Ainda andou por Espanha e voltou a Portugal para defender o Gil Vicente.

@ F.

Lewis

Leonson Lewis ficou-me na memória graças a uma grande época com a camisola do Felgueiras, então treinado por Jorge Jesus. Corria o ano 1995/1996 e a sua velocidade impressionou-me. Além disso, vinha de um país chamado Trinidade e Tobago, algures nas Caraíbas, algo que dava um toque exótico ao jogador. Nessa equipa jogava, ainda, Sérgio Conceição. Lewis jogara antes pela Académica e jogou depois por Boavista, Chaves, Estrela e Lamas.

@ F.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Jimmy Floyld Hasselbaink

Hasselbaink chegou a Portugal como mais um estrangeiro de segunda linha para uma equipa de fim de tabela. Simplificaram-lhe o nome para Jimmy e foi a estrela do Campomaiorense em 1995/1996 marcando 12 vezes. No ano seguinte voltou a ser estrela mas de uma equipa maior, marcando 20 vezes pelo Boavista. A sua velocidade e facilidade de remate, valeram-lhe a ida para a liga inglesa onde fez carreira. Primeiro no Leeds (34 golos) e, após uma pausa de um ano no Atlético de Madrid, no Chelsea onde atingiu o seu máximo potencial: 136 jogos e 70 golos. Com a chegada de Mourinho e as contratações de Drogba e Kezman, mudou-se para o Boro onde fez dois bons anos. Ainda jogou no Charlton e Cardiff.

@ F.

Guivarc´h

Deixou a sensação de só ter feito uma coisa na carreira: ser campeão do mundo em 1998, usando a camisa 9.

@ F.

domingo, 12 de agosto de 2012

Mendieta

Gaizka Mendieta, hoje com 38 anos, foi um dos melhores jogadores que vi jogar na minha infância. Destacou-se com belíssimo futebol caraterizado por colocar a bola milimetricamente onde queria. Jogou até maio de 2001 no Valência e foi aí que se destacou fazendo 231 jogos e marcando 45 vezes. Quando se mudou para a Lázio no verão de 2001, a sua vida mudou. Em três anos em Roma, lesionou-se e nunca se impês, fazendo apenas 20 jogos. Ainda jogou um ano no Barcelona antes de fazer cinco épocas no Middlesbrough.

@ F.

sábado, 11 de agosto de 2012

Djalminha


E por falar em malabaristas, não podia passar-se sem falar em Djalminha. Não me lembro de ver muitos jogadores tratar a bola como Djalma Feitosa Dias. Na memória tenho um Deportivo x Manchester United em que ninguém o desarmou uma única vez. Infelizmente ao seu talento não se associou velocidade nem índice de trabalho. Em 1995, Djalminha foi contratado pela multinacional Parmalat para jogar no Palmeiras, e ganhou reconhecimento por brilhar ao armar jogadas com uma qualidade ímpar, num Palmeiras repleto de grandes jogadores como Cafú, Júnior, Flávio Conceição, Rivaldo, Müller e Luizão. Foi ídolo do Deportivo antes de cair em desgraça ao agredir Javier Irureta num treino. Pelo Brasil jogou apenas 14 vezes nos quais apontou 6 golos.

|| J.

Juninho Paulista

Juninho Paulista foi um malabaristas que conquistou os adeptos do futebol nos anos 90 e 2000. Começou no Ituano e logo saltou para o São Paulo onde ganhou fama. Em 1995 aterrou na Europa, pela primeira vez, para fazer duas épocas de grande nível no Boro. Seguiram-se duas épocas no Atlético de Madrid. Regressou ao clube inglês para mais uma boa época. Depois foi uma roda viva, regressou ao Brasil, passou uma terceira vez pelo Boro, jogou no Celtic e voltou ao Brasil. E passou pela Austrália e regressou ao Brasil. A magia que emprestava ao jogo, essa, nunca mudou. Nunca rebentou como o seu talento merecia, mas que fica na memória, fica. Pelo Brasil, foi campeão do mundo em 2002.

@ F.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Prso

É mais um dos jogadores que sempre sonhei ver com a camisola do Sporting. Dado Prso, croata hoje com 37 anos, deixa para trás uma carreira onde se destacam cinco anos no Mónaco e três no Glasgow Rangers. O ponto alto da sua carreira foi um poker ao Corunha, na Liga  dos Campeões, na vitória do Mónaco por 8-3.

@ F.

Jean-Pierre Papin


De génio e louco Papin tinha um pouco. Este pequeno genial era um diabo à solta nos relvados. Dribles e mais dribles, golos e mais golos. Bola de ouro em 1990, e segundo melhor jogador do mundo em 1991, perdendo para Lothar Matthäus, JPP alinhou pelo Club Brugge, Olympique de Marseille, AC Milan, Bayern Munchen e Bordeaux, entre outros, tendo regressado aos relvados aos 45 anos para alinhar pelo Biganos Boiens, que atua na décima divisão francesa.

|| J.

Mais famoso pelo cabelo amarelo do que pelo futebol, Ibrahim Ba é símbolo dos anos de 1990, mas foi um fracasso completo.

|| J.

Erwin Sánchez

Quem é do nosso tempo tem de se lembrar deste homem. Símbolo do Boavista (no Benfica não teve grande sucesso), o Platini da Bolívia foi autor do único golo da sua seleção em fases finais de mundiais, em 1994. Boa técnica, mas vagarosa, com remate e boa leitura de jogo, marcam a carreira de Sánchez. Atualmente treina o Oriente Petrolero do seu país.

|| J.


Jorge Campos

Só pela forma de trajar Jorge Campos é um marco na história do futebol. Se a isso se juntar o facto de ser demasiado baixo para a posição temos uma conjugação curiosíssima. Ora, mas ele também participava no ataque, marcava penalties e fazia cortes na linha lateral. No Pumas, entre 1988 e 1995 marcou 31 golos em 183 jogos. Jogou ainda, algumas vezes, como ponta-de-lança. Factos que só por si criam um sentimento de nostalgia por essa altura. (mais info).

|| J.

O Ajax de 94/95

Em 1994/1995, o Ajax venceu a sua quarta Liga dos Campeões. Venceu o Milan por 1-0 na final de Viena com golo do jovem Kluivert, que saiu do banco para marcar o golo da vitória contra a equipa que viria a reforçar. O Ajax era uma equipa que parecia uma constelação de estrelas. Naquela altura Blind ou Frank Rijkaard eram já estrelas a caminhar para o fim da carreira. À espreita estavam Van der Sar, Overmars, Frank e Ronald de Boer, Seedord, Davids, Litmanen, Kanu ou Kluivert que se viriam a tornar jogadores de elite. A estes, juntavam-se outros que se tornariam "apenas" bons jogadores como Finidi George, Babangida, Musampa, Bogarde ou Reiziger.
O  Ajax venceu o seu grupo com 4 vitórias e 2 empates, passando o Milan em segundo e ficando o Casino de Salzsburgo e o AEK de fora. Nos quartos, a duas mãos, um total de 2-0 sobre o Hajduk e nas meias, um total de 5-2 ante do Bayern. Weah foi o melhor marcador com 7 golos mas Litmanen com 6 ficou perto.

@ F.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Simone

Em 1994/1995, o Milan veio a Portugal jogar contra o Benfica de João Pinto, Edilson e Caniggia, uma partida da Liga dos Campeões. Quando Marco Simone entrou, o espanto foi total. Somente porque calçava umas botas brancas, nunca antes vistas. Até ali, todos calçavam de preto. Mas este é apenas um pormenor. Simone foi um goleador e um jogador de garra. Pelo Milan, mesmo com grandes goleadores à sua frente, marcou 49 vezes ao longo de oito anos. Passou, ainda, pelo PSG, Mónaco com sucesso e por Nice e Legnano, com pouco.